Apenas Andar


Sonhava tanto que a realidade já não existia mais. Imaginava ruas e rostos, palavras e toques, roupas e sorrisos, imaginava musicas e filmes, queria situações e acontecimentos. Quanto mais se entregava, mais sofria, sempre se entregou tanto aos desejos que quando algo dava errado, caía em um abismo. Assim decidiu viver mais, sem pensar, sem sofrer, sem querer mais, sem tentar voltar atrás. Seria mais fácil, ela sabia disso.

19 anos, taurina. Escritora de gaveta, cantora de chuveiro e futura CSI

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