Não há nada de ruim em mudar.




Ainda lembro-me bem daquele dia. Era um sábado chuvoso, eu havia acordado e eu sabia que tinha que mudar. Mudar tudo, e ao mesmo tempo nada. Como assim? Eu não queria ser outra pessoa, eu decidi ver as coisas de outra forma. Tudo bem, isso me fez mudar aos poucos, mas hoje eu vejo o quão importante foi aquela decisão. Desde então, venho tentando manter aquelas promessas, e já faz tanto tempo, muito mais tempo do que alguém pode imaginar, e mantenho-me fiel a cada promessa, cada acordo que fiz comigo mesma. Aprendi a dar mais valor às coisas, valor a mim, aprendi a não chorar, aprendi a não ter medo e a me jogar nas coisas que eu acredito. Eu havia feito mais um milhão de promessas a mim mesma, algumas viraram pó em questão de uma semana, já que em uma semana as coisas mudaram pra valer. Não importa como nem porque, o que importa, é que eu me via num abismo, e quando eu fechei meus olhos havia alguém ao meu lado. Isso porque eu aceitei mudar, eu me obriguei a ver as coisas de uma forma diferente, e isso fez toda a diferença.

19 anos, taurina. Escritora de gaveta, cantora de chuveiro e futura CSI

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