Vida social (ou não)


Não, eu não sou a garota rebelde, nem a antisocial, não sou a estranha, tampouco a revoltada. Meu maior, e talvez único, problema é não ser como manda a regra, é não estar nos padrões sociais.
Não tô pedindo pra ser aceita nem entendida, eu só quero que não penses mal de mim, que não me interprete de forma errônea. Eu tenho meus fatos, não sigo passos deixados, só procuro um novo caminho.
Não tô na moda, não me faço de vítima, a menos que eu seja, e não sou bipolar, diferente da maioria das pessoas sem conhecimento algum sobre o distúrbio que dizem ser, eu não quero viver um filme, não quero um caminho sem pedras, eu só quero que algum dia entendam a diferença de pensar diferente e ser rebelde, de aceitar pensamentos alheios e concordar com eles. Se isso um dia acontecer, creio que finalmente conseguiríamos viver em uma sociedade, ou pelo menos aceitaríamos esse fato.

19 anos, taurina. Escritora de gaveta, cantora de chuveiro e futura CSI

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