Quando o vento soprar em seus cabelos, suave como uma brisa, saiba que sou eu, sussurrando em seu ouvido. Quando o sol te aqueceres, lembra que sou eu, afundada em teu abraço. Quando a chuva te molhares, sinta que estou chorando, talvez de felicidade, talvez, seja a saudade. Quando olhares a lua, verás um brilho mais forte, perceberás então que ali está o meu olhar, que te segue a cada passo que deres.
Quando, na calada da noite, o sono não chegar até você, é porque estou te mantendo acordado em meus sonhos. Quando ouvires teu nome sendo gritado, não te assustes, sou eu, precisando de ti. Se um dia, ao ver a estrada, e der uma vontade incontrolável de fugir, faça-o. Eu estarei na metade do caminho, te esperando de braços abertos, para então confundirmos o tempo, vai chover, ter sol, a lua vai brilhar mais do que nunca e vai ventar, tudo ao mesmo tempo, por muito tempo.

19 anos, taurina. Escritora de gaveta, cantora de chuveiro e futura CSI

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