Sentou-se em um velho banco, a cabeça erguida e os olhos determinados, olhava para um pequeno ponto, talvez fosse uma linha, seu sonho. Ouvira uma voz, vira um sorriso, e tudo estava completo. Levantou-se do banco e foi de encontro à pequena linha, ao ponto, que foi crescendo, e logo era muito maior do que seu campo de visão poderia ver. Precisava correr atrás, ela sabia que poderia abraçar aquele mundo, aquele sonho. Se viu sozinha então. Tudo bem, havia, em algum lugar, alguém que acreditava nela, alguém que ela não podia decepcionar. E agarrou o sonho e tornou-o real. Pequeno ponto, quase insignificante, e um grande e real sonho, era verdade. Estava pronta, havia conseguido.

19 anos, taurina. Escritora de gaveta, cantora de chuveiro e futura CSI

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