Cai a noite na cidade...

vinda de lugar nenhum e o dia vai embora indo pra lugar algum não sentia fome, não sentia frio. Sentado num canto de um quarto vazio. Quando a chuva cai nas noites mais solitárias lembre-se que sempre... Sombras e pensamentos de um sonho só esperança, nas paredes ecoavam o silêncio e a lembrança. Entre ruas desertas ele está só de passagem, na vertigem e tontura surgiam todo tipo de imagens. Quando a chuva cai nas noites mais solitárias, lembre-se que sempre estarei aqui. Se virou e alcançou o céu e a última estrela, nada deixava passar, tudo lembrava ela.
Cai a noite - Capital inicial

19 anos, taurina. Escritora de gaveta, cantora de chuveiro e futura CSI

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