mas a final, quem sou eu?


posso me definir como um monte de coisas, mas não sei se alguma é realmente como eu sou, tenho dias e dias, as vezes, posso ser uma noite sem luar, ou um céu sem estrelas, outros sou um dia ensolarado e uma flor colorida. Mas no final de tudo, acho que sou um casulo de borboleta, sou o meio da metamorfose entre a feia lagarta e a colorida borboleta, por que um casulo? Porque quem ve de longe, apenas ve algo cinza e sem cor, algo muito tímido pra se prestar atenção, mas quem se aproxima vê a vida da borboleta ali, timida de mais para voar, que não sabe como sair de dentro do casulo, mas está ali, as vezes ve-se muito os sinais da borboleta, as vezes é só mais uma coisa insignificante, as vezes a borboleta mostra as asas, e as vezes se esconde novamente. já não sei...

19 anos, taurina. Escritora de gaveta, cantora de chuveiro e futura CSI

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